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O CUSTO DA EVASÃO NO ENSINO SUPERIOR NO PERÍODO DA PANDEMIA DO COVID – 19: QUANTO VALE UM ALUNO DA SUA IES NESTE MOMENTO?

O CUSTO DA EVASÃO NO ENSINO SUPERIOR NO PERÍODO DA PANDEMIA DO COVID – 19: QUANTO VALE UM ALUNO DA SUA IES NESTE MOMENTO?

O CUSTO DA EVASÃO NO ENSINO SUPERIOR NO PERÍODO DA PANDEMIA DO COVID – 19: QUANTO VALE UM ALUNO DA SUA IES NESTE MOMENTO?

A flexibilidade das normas regulatórias, a maior divulgação dos dados acerca do mercado educacional privado brasileiro e os números estratosféricos de grandes empresas como a Kroton, Ânima, Ser Educacional, Unip etc, despertaram os sonhos de empreendedores brasileiros e, ao mesmo tempo, causaram algumas mudanças no setor, sobretudo no que diz respeito ao custo e funcionamento da captação de alunos para as IES.

Mas, o que isso tem a ver com a evasão e Pandemia?

 Se o período de crise financeira que vivenciávamos, aliado à concorrência acirrada fazia com que conseguir e reter novos alunos se tornava cada vez mais árduo, imaginemos o quadro caótico pós pandemia.

É certo, que um número ainda não calculável de alunos no Ensino Superior, ficarão inadimplentes neste semestre e com certeza evadirão no segundo semestre de 2020. Ainda não é possível se fazer esse cálculo, dada a incerteza do número de desempregados que eclodirão com a nova crise.

Mas, antes disso, há que se frisar que NESTE EXATO MOMENTO há uma legião de alunos que já se encontram extremamente descontentes no Ensino Presencial que é a maioria das matrículas efetivas no Brasil, sentindo-se lesados, todos em boa parte guiados por discursos políticos que aproveitaram o momento para aparecer como os “guardiões dos estudantes-consumidores”, plantando lhes ideias completamente tortas, e estes estudantes por sua vez,  deixaram de lado o bom senso e o principal objeto que os guia  que é o próprio conhecimento.

Então, neste momento, fica para os gestores de Faculdades a máxima constante de que RETER UM ALUNO É DE 5 A 15 VEZES MAIS BARATO QUE CAPTAR UM NOVO, e essa foi a razão pela qual adentramos falando em captação ao invés de evasão quando o nosso assunto, a priori, era o segundo tema.

Neste mote, o momento que emerge é ainda mais singular e exige ainda mais forças e práticas inovadoras e constantes que busquem reter o aluno, afinal captar os novos alunos será ainda mais oneroso no período pós-pandemia.

IMAGEM INSTITUCIONAL NO PERÍODO DA PANDEMIA

A Faculdade EDUFOR, mantida pela Consultoria Edufor é uma das Instituições Brasileiras que está passando pelo calvário da Pandemia do COVID-19 e, apesar de estar preparada para as aulas remotas (aulas ao vivo estabelecidas por TIC’s), bem como para as aulas EaD, viu-se no mesmo emaranhado de problemas que as outras IES brasileiras: alunos revoltados, encontrando mil desculpas para o não aceite do novo modelo educacional provisório, internet lenta para boa parte dos seus alunos, desemprego imediato afetando as famílias, medo e incerteza.

Nesse contexto, ao invés de pautar-se na legitimidade das leis e regulamentações do MEC que parecem pautar no momento a performance da maior parte das instituições brasileiras no momento, a IES decidiu que o diálogo era a melhor estratégia e formou o seu COMITÊ DE CRISE formado por gestores e colaboradores multidisciplinares em diálogo com os diversos colegiados. A par disso, a flexibilidade e o pensar “fora da caixa” tornou-se o mote da IES, e  a melhor estratégia. E quando falamos em “estratégia”, estamos falando em guerra mesmo. Nossos inimigos neste momento não são os alunos, ao contrário, eles são, na verdade o terreno almejado que devemos conquistar a cada batalha, passo a passo. E foi exatamente com essa visão que o comitê de crise tem conseguido estabelecer pontos positivos neste momento.

Enquanto inúmeras IES pautam-se na fixidez da norma para manter seus preços e seus passos acadêmicos, a EDUFOR pauta-se na necessidade do desconto para os alunos e no diálogo, no ouvir o aluno, até onde podemos chegar para satisfaze-lo e contribuir para que nosso centro de custo permaneça e possamos diminuir nossa evasão?

Enquanto inúmeras IES pautam-se na perspectiva de que os alunos devem encontrar meios de acessar a internet, a EDUFOR busca meios de levar o material didático até cada um dos alunos que não possuem internet rápida.

Além disso, o gerenciamento das aulas remotas, o cuidado com o conteúdo e o apoio constante a alunos e professores por meio dos psicólogos e psicopedagogos da instituição têm sido uma prática intermitente e cotidiana durante a crise, como verdadeiros combatentes da linha de frente. O objetivo, de fato, é alternar o papel de inimigos dos alunos a seus parceiros nesta guerra.

A PROPAGANDA NEGATIVA NO PERÍODO PÓS-PANDEMIA

Ao final da pandemia, o custo da evasão recairá sobre as IES que não conseguirem manter uma imagem institucional imaculada, pois não será fácil alterá-la após isso. Além disso, não esqueçamos, mais uma vez, da diferença do custo entre captar e reter.

Este é o momento de conseguir se suplantar frente à concorrência, pois as redes sociais estão em polvorosa e alunos estão trocando informações sobre quem são as instituições que estão conseguindo ofertar as aulas remotas a contento, que estão ofertando desconto, que estão ouvindo os seus alunos, etc.

A propagando negativa estabelecida neste período não será suplantada facilmente pós-pandemia e cabe às instituições determinarem se é melhor investir neste momento em seu próprio aluno e em sua própria imagem, ou correr o risco de, talvez, não obter efeitos por maior que sejam seus investimentos a posteriori.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

É certo que vivemos um momento nunca antes vivido pelo mercado educacional mundial e, ao mesmo tempo, é também correto pensar que nem a EDUFOR e nenhum especialista possui uma fórmula pré-estabelecida que consiga dar conta das incertezas que ainda estão por vir.

Mas a história da humanidade está determinantemente cheia de exemplos concretos de que o pensar “fora da caixa” em qualquer momento ou crise e o olhar voltado ao bem comum e à seriedade do trabalho que se almeja, é uma receita que sempre deu certo. 

Temos certeza que nem todos sairão ilesos desta história, mas muitos se reerguerão para se tornar novos gigantes da educação e melhorar o nosso sistema no Ensino Superior e a formação profissional que interfere na sociedade que, com certeza, não será a mesma após essa Pandemia.  

Prof. Dr. Malverique Neckel

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